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Eles não desistem, e já chamam vinda de técnicos estrangeiros de "modismo"

Mauro Cezar Pereira

29/12/2019 04h00

Coudet ganhou a Superliga argentina e o Troféu dos Campeões pelo Racing em 2019 – Foto: Divulgação/SCI

Depois do sucesso de Jorge Jesus, campeão brasileiro e da Copa Libertadores com o Flamengo, e Jorge Sampaoli, vice da Série A com o Santos, o óbvio já acontece: mais treinadores estrangeiros desembarcam nos clubes do país. Entre contratados e encaminhados há Jesualdo Ferreira no comando santista em substituição ao argentino; Eduardo Coudet no Internacional, Augusto Inácio no Avaí e Rafael Dudamel para o Atlético.

Se muitos dos treinadores brasileiros da atualidade fossem tão bons como seus defensores incondicionais insistem em dizer, teriam mercado aberto no exterior e os de outras nacionalidades não estariam sendo tão requisitados pelas agremiações do Brasil. A defasagem da maioria desses profissionais é claríssima e tem peso imenso na pequena competitividade dos times daqui em certames internacionais, considerando o (muito) maior poder de investimento.

Isso não significa que o brasileiro seja incapaz de se destacar na função, óbvio que não. Mas deixa claro que, após a aprovação, na prática, de dois treinadores de fora, outros clubes ficaram encorajados a buscar mais nomes no exterior. Isso evidencia uma necessidade, afinal, por que iriam lá fora contratar técnicos se houvesse satisfação com o que fazem os daqui? Os defensores incondicionais chamam de "modismo" a chegada dos de fora. Que tal buscar a raiz, as razões que levaram a essa "moda"?

 

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Sobre o autor

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN e da Rádio Bandeirantes de São Paulo.

Sobre o blog

Trazer comentários sobre futebol e informações, eventualmente em primeira mão, são os objetivos do blog. O jornalista pode "estar" comentarista, mas jamais deixará de ser repórter.

Mauro Cezar Pereira