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Explicada a fácil vitória do Flamengo, Mano “poupou“ o time do Palmeiras

Mauro Cezar Pereira

01/12/2019 17h59

Mano Menezes na derrota para o Fluminense no Rio de Janeiro: time poupado – Foto: Divulgação/SEP

Contra o Vasco, em São Januário, Mano Menezes levou a campo um time com sete reservas. Poupados, alguns titulares nem foram ao Rio de Janeiro. Diante do Fluminense, o técnico do Palmeiras voltou a escalar suplentes no Maracanã.

Venceu os vascaínos (2 a 1), perdeu para os tricolores (1 a 0). Poupou titulares para o duelo com o Flamengo neste domingo. Depois da derrota para o Fluminense, inacreditavelmente Mano disse que os rubro-negros também haviam preservado atletas para o jogo do Allianz Parque.

Ora, todos sabiam que os 4 a 1 sobre o Ceará foram no jogo de festa pelo título brasileiro, ganho de forma antecipada  justamente porque o Palmeiras perdeu em casa para o Grêmio. Não atuaram jogadores suspensos, lesionados e fora da melhor condição.

Mano desafia a inteligência alheia com esse tipo de declaração. Mas além de não iludir ninguém, dá sinais seguidos de incapacidade quando diante do desafio de fazer o time do Palmeiras jogar um grande futebol.

O visitante passeou no campo palmeirense. Os 3 a 1 poderiam ser mais, tamanha disparidade entre os dois conjuntos. O placar agregado nos dois jogos do Brasileirão foi de 6 a 1. E na prática o Flamengo se poupou na etapa final, pois ainda tem uma viagem ao Catar e jogos valendo algo a disputar.

Após a derrota para os rubro-negros no Rio, Luiz Felipe Scolari foi demitido. Rapidamente demitido, junto com o diretor Alexandre Mattos, Mano Menezes nem teve tempo de pedir o boné, como fez no Cruzeiro após perder para o Internacional na semifinal da Copa do Brasil.

 

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Sobre o autor

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN e da Rádio Bandeirantes de São Paulo.

Sobre o blog

Trazer comentários sobre futebol e informações, eventualmente em primeira mão, são os objetivos do blog. O jornalista pode "estar" comentarista, mas jamais deixará de ser repórter.

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